O Redmi Note 13 Pro tenta ser um matador de gigantes. A tela é um espetáculo de brilho e cores, mas o HyperOS ainda tem muito bloatware.
Veredito Rápido
Nota Editorial
Hardware de ponta manchado por um sistema poluído de fábrica. Se você sabe limpar o Android, é um aparelho impecável pelo preço.
Pontos Fortes
- •Carregador de 67W na caixa voa baixo
- •Tela AMOLED com bordas finíssimas
O que poderia melhorar
- •Muitos aplicativos instalados de fábrica
- •Câmeras auxiliares de baixa qualidade
Introdu��o
A Xiaomi construiu um império prometendo hardware agressivo por preços acessíveis. Mas nos últimos anos, a linha Redmi Note andou perdendo a identidade. É nesse ponto que ele surpreende.
Com o 13 Pro, parece que eles acordaram. Usei o aparelho por 15 dias, joguei, derrubei (com capinha!) e tirei muitas fotos. Ele impressiona, mas me deu certa raiva logo que liguei.
Hardware brilhante, software irritante
O aparelho é lindo. Tem cara e peso de celular de R$ 4.000. O problema foi ligar o bicho e ver atalhos de jogos genéricos pulando na minha tela inicial.
O HyperOS (substituto da MIUI) é rápido, mas a Xiaomi insiste em entupir o celular de propagandas nos próprios apps de fábrica. Tive que passar meia hora desativando tudo.
Pega a versão Pro ou base?
O Pro. A diferença de tela e carregamento compensa muito a pequena diferença de preço atual.
Perguntas frequentes
A bateria dura o dia todo?
Tranquilamente. Mesmo rodando em 120Hz direto, você chega em casa às 20h com 30% de carga.
Conclus�o
Se você tem paciência para configurar o sistema no primeiro dia, leva pra casa um hardware que humilha a concorrência na faixa de R$ 1.800.
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